"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." João 14.6

Coluna: JUVENTUDE PRÓ-ATIVA
Nome: DANIEL VICTOR
E-mail: nel_victor@gmail.com
Igreja: CASA DE ORAÇÃO EM JARDIM MARILÂNDIA
Memorando:

Formado no curso técnico em logística Pela escola integral de ensino médio EEEFM Benício Gonçalves, cursando o curso superior em engenharia Mecânica, na Universidade Federal do Espírito Santo(UFES) e membro do Grupo de louvor Da COJM, e, representante da juventide aqui no site.

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12/11/2017 21:15:51

O AMOR DE DEUS

 

O amor de Deus

I coríntios 13

 

O amor foi retratado durante toda a existência humana como o Romance entre dois apaixonados e quanto às tentativas de sua explicação variavam muito entre os filósofos e pensadores durante os séculos desde formas épicas as formas mais simples e romancistas.

Para a Filosofia o amor pode ser dividido em quatro esféras simples que vem do latim:

Eros: É comum referir-se a eros (do grego erasthai) como um amor apaixonado e muitas vezes como sinônimo do desejo sexual (do grego erotikos). Mas em Platão, este é o sentimento que procura o belo que é algo que nunca será satisfeito até desaparecer - embora todos devamos almejar uma imagem além daquela que temos, contemplando a beleza em si. Eros, assim, se relaciona com a busca da beleza ideal, da verdade; muitos são os que seguem a ideia platônica de que o amor erótico transcende ao desejo físico que, sendo comum aos animais, é inferior do que algo conduzido pela razão.

 

Philia: Denota não somente amizade, mas a lealdade à família, à comunidade, ao trabalho, etc. Aristóteles (Ética a Nicômaco, Livro VIII) explica que é a ação que o agente pratica visando o bem de outro, ao invés de a si próprio; o filósofo exemplifica (Retórica, II 4) que "as coisas que fazem a amizade ser o que é: fazer gentilezas, fazê-las sem ser convidado, e não proclamar o fato de tê-las feito"

 

Storge:  é o afeto com a família, especialmente entre os membros da família ou pessoas que se encontraram nesse círculo social. É descrita como a mais natural, emotiva, e difundida forma do amor: natural que existe sem a coerção; emotiva porque é o resultado do afeto devido à familiaridade;

 

Mas o Amor que vemos em I coríntios 13, escrito ao Coríntios pelo Apóstolo Paulo, é o amor (do latim Ágape):

É um amor considerado divino e incondicional. Lewis reconhece este como o maior dos amores, e vê-o como uma virtude especificamente cristã. O capítulo focaliza a necessidade de subordinar os amores naturais ao amor de Deus, que está repleto de amor caridoso. Lewis indica que “está assim cheio pelo fato que transborda e não pode ajudar-nos a amar”.

Em I coríntios.12 Paulo mostra para os Coríntios que até na utilização de seus dons espirituais os coríntios faltavam em amor. Primeiramente em ensinar, muitos vinham de ensinamentos pagãos, e por isso usavam o nome de Deus para o benefício próprio, eles discutiam em qual dos dons era melhor usado para a obra de Deus na Terra, e cada um tinha seu dom espiritual guiado pelo espírito de Deus (I coríntios 12.1-11). Todos somos guiados pelo mesmo Espírito Santo de Deus e todos os Dons são usados para sua obra, cada qual com seu amor pela obra e amor esse vindo de Deus (I Coríntios 12.12-31).

No capítulo 13 Paulo fala justamente do Amor que Deus nos dá para com o próximo, e nós não somos merecedores desse amor, tão pouco somos capazes de amar qualquer um com esse dito amor. Esse amor é nos concedido por Deus e apenas nele podemos amar ao próximo como queremos ser amados. Vemos isso em I Coríntios 13.4-7:

“1 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
2 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
3 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
4 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”

Apenas em Deus podemos amar uns aos outros e trabalhar para a Obra de Deus com amor a Ele e à nós e Paulo nos dá a esperança do uso desse amor e a recompensa da salvação nos versículos de 8-12.

“8 O amor nunca falha ; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.”

Vemos esse amor de Deus no tão citado, João 3.16:

"Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. ”

E Também em Efésios 2.4-5:

“Todavia, Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida com Cristo quando ainda estávamos mortos em transgressões - pela graça sois salvos. ”

 E João ainda explica e em que consiste o amor de Deus:

“Porque nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados.”
1 João 5:3

Para encerrar seu texto, no capítulo 13, Paulo exorta aos irmãos de Corinto:

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. ”

Amém e amém.

 

Daniel Victor A. V. Azeredo

 

Fonte de pesquisa: Wikipédia.




 

 

 

 

 

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